Mamãe…!

 

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Deus…

Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo.

No 1º dia Deus criou a luz.
No 2º dia Deus criou o céu.
No 3º dia Deus criou a terra, os mares, as árvores e as plantas.
No 4º dia Deus criou o sol, a lua e as estrelas.
No 5º dia Deus criou os pássaros e peixes.
No 6º dia Deus criou os animais, Adão e Eva!
No 7º dia, Deus descansou!

Ou não?

 

 


DC…

Esses heróis da DC… mó vibe errada rolando…


Eletricidade

Só eu imaginei um monstro de eletricidade se formando pra atacar a Terra?


Nem todo mundo é herói

Uma coisa que se repete em praticamente todos os jogos é que o jogador é sempre o herói e acaba salvando o mundo. Claro que há exceções, mas pelo menos nos gêneros de RPG, Ação e Adventure, acaba sendo assim. Acontece que isso tá meio repetitivo, num tá não?

Na vida real, se um dragão milenar brotar de uma caverna e resolver destruir o mundo, eu não vou sair por aí com um pedaço de pau batendo em “minions”, vagarosamente me tornando mais experiente e conhecendo outros malucos dispostos a enfrentar a ameaça. Eu vou só torcer bastante pra que a ONU reúna um exército e resolva a situação sem que eu precise me levantar da minha poltrona.

Baseado nesse raciocínio e em um blog que acompanho (Livin’ in Oblivion), cheguei à conclusão de que o mundo precisa de menos jogos heroicos. Seilá, um jogo em que o objetivo principal seja “assistir todas as temporadas de Seinfeld”, ou algo assim. Ou talvez faça mais sentido viver a vida, também. O que eu sei é que não faz sentido ser um herói nos jogos e acabar se contentando em ser só mais um cara na vida real. Eu até já salvei uma menina de ser assaltada na rua, mas isso tá bem distante de viajar no tempo umas cinco vezes matando tudo que se mexe, derrotar Lavos e salvar o mundo inteiro no final. No entanto, se eu jogasse um jogo em que o objetivo principal é “ficar deitado por 3 horas olhando pro teto”, certamente meu feito na vida real pareceria mais heroico. Deu pra perceber onde quero chegar? Eu estou ignorando totalmente as barreiras entre “realidade” e “ficção”, mas faz algum sentido. No fundo todo mundo quer ser um protagonista da vida, e os jogos até cumprem um papel “digno” quando permitem que qualquer Zé vá lá e salve o espaço-tempo continuum diariamente. Mas em algumas situações o choque entre essa fantasia eletrônica e a realidade patética de suas vidas pode ser grande demais para algumas pessoas, fazendo com que simplesmente prefiram o “mais prazeroso” e se lancem com tudo nas vidas maravilhosas de seus heróis. A comparação é totalmente desleal:

Vida in-game: Elfo, Warlock, Level 257, boa aparência, articulado, terminou todas as side-quests, possui três mansões, uma namorada e quatro interesses românticos, tem 29 itens únicos em sua mochila, possui 999kkk em moedas de ouro no banco, anda com uma espada gigante, derrota todos seus inimigos em menos tempo do que o que eles levam para dizer  “espere, venho em pa-“;

Vida real: Gordinho, desempregado, superior incompleto, se acha feio, é gago, nunca terminou nada que começou, mora no sótão da casa da mãe, é virgem não por opção, possui uma coleção de action figures de Star Trek (dentro da embalagem original), tem uma conta bancária onde sua mãe deposita sua mesada, anda sempre com lenços de papel no bolso e adormece todas as noites após chorar copiosamente abraçado ao seu Spock de pelúcia.

Isso fica bem evidente quando lemos sobre casos extremos de chineses e coreanos que morrem literalmente de tanto jogar. Claro que não se pode colocar a culpa nos jogos se a vida do cara é uma merda . Ele tem uma grande parcela de culpa, também, além de termos que considerar que o vício revela problemas psicológicos e emocionais muito mais profundos. Porém, acho que às vezes os jogos oferecem uma “saída fácil” para uma vida mais agradável, permitindo que a vida real, chata e complicada, fique em segundo plano. É como oferecer uma cenoura a um coelho psicótico louco por cenouras. Ou como oferecer um copo de cachaça a um cara cuja personalidade o torna altamente propenso ao alcoolismo (e demais vícios). Acho que o segundo exemplo ficou mais claro.

E por mais que os casos extremos sejam raros, esse tipo de comportamento é bastante comum. É só perguntar pra qualquer gamer hardcore se ele prefere ler um livro ou passar 10 horas jogando. Não que “ler um livro” seja igual a “viver a vida plenamente e correr atrás de seus objetivos”, mas enfim. Esse comportamento entre gamers é uma forma de escapismo bastante poderosa. “Quem se importa se estou acabando com a minha vida e minha juventude, estou quase zerando Final Fantasy XXXIII e 1/3!”.

Pode ser um pensamento extremamente idiota, mas se os jogos não fossem tão fantásticos, talvez as pessoas conseguissem ser seus próprios heróis e não precisariam utilizá-los como “confortos” para sua existência medíocre.

Ou então passariam o resto de suas vidas jogando The Sims.

Relendo o post, acabei de perceber que transformei um assunto até interessante num sermão bem chato… Mas a vida é assim mesmo.


(Realistic)

Tava de bobeira aqui e resolvi fazer um desses testes bestas de internet. Depois de 12 respostas, descobri que sou o Wolverine.

Pior que eu era muito fã dele, antes de ele se tornar o personagem mais apelão da história dos quadrinhos (porque nem o Super-Homem sobreviveria se fosse reduzido apenas a um punhado de células).

Mas podia ser pior, eu podia ser tipo o… hmm… tá, não tinha muito como ser pior.

O título, porém, me fez pensar: o que seria um teste “não-realístico” para descobrir qual super-heroi da Marvel você é?